Crônica “Casos de Família”, em Vida a Sete Chaves

Histórias do século passado, com cheirinho de naftalina, é o plano de fundo dos encontros animados da família. É primo que não se via há anos, irmãos relembrando as brincadeiras, as armações, bailinhos e as broncas coletivas da mãe.

E se o dia for regado a comida – uma boa macarronada para os italianos, ou uma churrascada de primeira para os brasileiros – aí é que a conversa se estende e vai até o por do sol. Mais causos surgem e muita risada brota do saquinho que estava fechado fazia um tempo.

As crianças exploram todos os cantos da casa, acham objetos perdidos pelos seus respectivos donos e fazem amizades verdadeiras mesmo que, talvez, nunca mais se vejam. Verdades serão reveladas, opiniões serão lançadas ao léu, muito vai se dizer e nada vai ser perdido desses momentos.

Um encontro de família, seja casamento ou velório, é como um baú do tesouro: traz coisas que jamais imaginaríamos, nos enriquece a alma e o coração.

**Publicado em 02/11/13 originalmente em Vida a Sete Chaves. Acesse outros posts clicando aqui **

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